quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Deus sempre acerta.

Deus sempre acerta *Devocionais “O amor nunca falha.” (1 Co 13:8 – livre tradução da versão “NKJ)

Essa é uma passagem difícil de ler se vc já teve uma experiência ruim com o “amor”. Talvez alguém falou que te amava, mas vc acabou sozinho e machucado. Talvez alguém que vc amou mentiu para vc e vc ainda não consegue entender porque. Ou talvez vc tenha perdido alguém próximo e simplesmente não entende. Se isso é amor, como ele nunca falha? Bem, o primeiro passo é entender que as pessoas nem sempre acertam, mas Deus sim. Aonde nós vacilamos no amor, Ele é perfeito. Aonde erramos, Ele acerta. Mas vc pode pensar: se o amor de Deus é tão perfeito, por que ele deixa que coisas ruins aconteçam com a gente? Pense comigo, se um pai e um filho estão andando juntos pela rua e o filho cai e se machuca, o pai deixou isso acontecer? Foi culpa dele? A criança vai pensar que não é amada pelo pai? Não, o filho sabe que seu pai vai ajudá-lo a levantar, carregá-lo e vai tentar fazer com que ele se sinta melhor. A verdade sobre o amor de Deus não é que Ele nunca deixa que coisas ruins aconteçam conosco. O que precisamos entender é que quando essas coisas acontecerem, Ele promete estar com a gente, nos levantando, carregando e nos ajudando a enfrentar. O Seu amor é perfeito e nunca falha. Ele está sempre bem do seu lado, te amando quando vc mais precisa.


Fonte: PPH JOVENS

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A idade de Adão e Eva.

A IDADE DE ADÃO E EVA


“Quanto tempo Adão e Eva viveram no Éden antes do pecado?”
Não existe qualquer possibilidade de sabermos pela Bíblia. quantos foram os anos de inocência vividos por Adão e Eva. E, fora da Bíblia. ainda seria mais dificil. É um segredo que Deus guardou para si mesmo: Dt 29.29.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Alimentando as Ovelhas ou Divertindo os Bodes?

por
Charles H. Spurgeon

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal
tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão
espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal
tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até
que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do
que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as
pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação
ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu
testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em
voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras;
agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.


Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de
suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da
igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela?
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15) — isso é
bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para
aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais
palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus.
E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros
para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11). Onde aparecem
nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo
silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as
pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um
rol de mártires


Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à
vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao
mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará.
Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar
os seus próprios mortos” (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!
Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu
ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram
perscrutadores. Não O vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que
teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação.


Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza
realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de
alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por
eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo
Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de
entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificaivos!”
Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi
deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e
não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados
por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram:
“Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso
da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles
não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar
entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram
a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a
única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo
impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.


Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados
desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os
negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que
falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto
musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de
drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de
prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual
para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente
espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A
necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de
tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.