quarta-feira, 25 de junho de 2014

O Real Motivo de se estar na igreja.

Caminhando com Cristo venho acompanhando comportamentos de muitas pessoas que passam pela porta de uma igreja. Jovens e adultos. A verdade é que alguns adentram a igreja com segundas intenções e, a motivação que os levam a igreja é totalmente fora do Real Motivo que ela oferece.

Certo também de que muitas igrejas atraem essas pessoas por sua exploração da fé. Oferecendo prosperidade material : E quem não quer se dar bem na vida?. Pois é justamente aí que mora o perigo e posso intitular de " Poço das Frustrações ". Pois analisando o Real Motivo, o evangelho de Cristo em momento algum veio trazer essas "Vanshantagens"( Vantagem acompanhada de chantagem )  ao povo. O merchandising proposto por algumas denominações são em primeiro lugar a prosperidade material, logo vem a cura das doenças,desfecho de  macumbarias, feitiçaria etc.

Quanto aos jovens, muitos deles estão na igreja por livre e espontânea pressão dos pais. No meu modo de pensar os pais estão certos, pois se querem se mandar, tem que se sustentar. Mas e quanto aqueles rapazes que aparecem convidado por outro jovem e, vem a um, dois, três, quatro cultos e depois some.
Aí me pergunto porque fulano sumiu. Sendo que assim que ele chegou o Espírito me revelou a motivação dele ou dela.Na real estavam interessados no sexo oposto, mas como não conseguiram, acabam desaparecendo.

Acredito que se Deus não se revelar ao ser humano, de maneira alguma ele entenderá o Real Motivo do evangelho de Cristo...

Abraços...

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

PAIS DE ADOLESCENTES, EM CRISE?!

Por Pr. Wanderley Rangel Filho


                Este título sugere duplicidade de interpretação. Quem está em crise, os pais ou os filhos adolescentes?
                  Melhor acrescentarmos duas vírgulas: Pais, de adolescentes, em crise! Sim, os pais é que estão numa profunda crise. O adolescente está numa fase da vida, inerente a todas as pessoas, saindo da infância e caminhando para o jovem adulto. Isto não é crise, é passagem, uma transição, é desenvolver, é crescer!
                Os pais (sempre há exceções) enfrentam uma crise de identidade, ser ou não ser pai e mãe. O conflito atual de gerações tem como protagonistas os pais e não os filhos. Filhos farão o papel básico de filhos e isto em qualquer geração, questionando e desobedecendo. A situação é tão crítica que encontramos uma nova versão para dois mandamentos bíblicos: “Pais obedecei a vossos filhos” e “Filhos criais vossos pais”.
                 Veja alguns ingredientes para o estabelecimento desta crise sem precedentes:
1 – TRAUMA da educação sofrida enquanto criança e adolescente. Rigidez e severidade nortearam estes pais nos primeiros vinte anos de vida. Decisão destes filhos: “quando tiver meus filhos nunca educarei desta maneira!”
2 – DÚVIDA e incertezas na educação dos filhos. Sabe o que não quer (rejeição do padrão anterior) e não sabe o que quer (adoção de um novo padrão). A tendência é optar para outro extremo (tentativa de equilibrar), ou seja, estabelecer uma educação liberal e passiva. Se antigamente os pais erravam pelo excesso de convicção hoje os pais erram pelo excesso de interrogações.
3 – MEDO e insegurança diante das possíveis reações dos filhos. Expressões de medo:
“Será que meu filho ficará traumatizado por não deixar ir à balada?”
“Acho que minha filha ficará nervosa se eu disser não.”
“Já que não dá para evitar, é melhor deixar meus filhos transarem aqui em casa, é mais seguro.”
“Antes permitir o namoro de minha filha de 12 anos do que ela namorar escondida!”
4 - VALORES da pós-modernidade absorvidos pelos pais. O relativismo, hedonismo, humanismo, materialismo e individualismo. Os pais (sempre há exceções) abriram mão dos princípios da Palavra de Deus e adotam os conceitos psicologizados do presente século.
5- ENSIMESMAÇÃO, busca frenética dos “autos”, minha autorrealização, minha autossatisfação, minha autoestima, automóvel... meu sucesso, minha felicidade etc. Pais colocam a família em segundo, terceiro plano, os filhos são terceirizados a escola e a igreja. Pais que só olham para o próprio umbigo não conseguem enxergar seus filhos.
                Nunca é tarde para recomeçar, Deus sempre dá outra chance. Estes ingredientes da crise dos pais podem ser transformados em alimentos para a maturidade dos pais:
1 – Fazer dos traumas passados em aprendizagem para o futuro, transformar erros dos pais em lições de vida.
2 – Deixar as dúvidas e apossar das certezas reveladas na Bíblia.
3 – Rejeitar o medo e exercitar a coragem em obedecer aos princípios da Palavra de Deus.
4 – Não se contaminar com os valores do presente século e adotar os valores eternos de Deus para a família.
5 – Negar a si mesmo, confiar e entregar sua vida de seus filhos aos cuidados do Senhor.
                Pais em crise, não, mas pais que criem seus filhos no temor do Senhor!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Você está matando pessoas no Facebook?

Você está matando pessoas no Facebook?

Matando pessoas no Facebook?! É Possível?!
por Stephen Altrogge

Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest, Snapchat, SMS, e-mail e outras formas de comunicação online têm bastante potencial para o bem. Elas podem ser usadas para encorajar pessoas, fazê-las rir, compartilhar informações úteis, sentir-se mal sobre como sua casa parece tosca (veja o Pinterest) e jogar um jogo chamado “Candy Crush”, que ainda tenho que jogar.

Redes sociais também podem ser usadas para matar uma pessoa.


Provérbios 18.21 diz:

“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.

Uau. Minhas palavras têm poder de transmitir vida a alguém ou matá-lo. Morte e vida estão no poder da língua, da atualização de status, fotos e mensagens de texto. Cada palavra que eu falo ou digito carrega um enorme potencial para dar ou tomar vida. Palavras não são neutras. Atualizações de status não são inocentes. As palavras que falamos e digitamos hoje reverberam na eternidade.

Tiago 3.5-6 diz:

“Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia. A língua também é um fogo; como mundo de iniquidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.”

Minhas palavras têm o potencial de criar chamas consumidoras, ardentes, crepitantes. Com minhas palavras, eu incendeio pessoas por Jesus ou incendeio pessoas por maldade. Imagine como eu seria cuidadoso se toda vez que falasse uma pequena explosão de fogo saísse da minha boca! Eu falaria sempre com muita cautela. Mas, normalmente, não me preocupo com as palavras que posto. Eu não as enxergo como explosivas. Consumidoras. Flamejantes.

Em seu comentário em Provérbios, Ray Ortlund Jr. diz:

“Na verdade, quando Provérbios 10.21 diz que “as palavras dos justos dão sustento a muitos”, as palavras “dão sustento” significam “apascentam”, a maneira como um pastor cuida, guia, protege e alimenta seu rebanho de ovelhas. Isso quer dizer que todos nós temos responsabilidade de insuflar vida a todos ao nosso redor com nossas palavras de encorajamento.”

Como cristãos, temos uma responsabilidade divina de soprar vida sobre aqueles ao nosso redor com nossas palavras de encorajamento. Nossas palavras, atualizações, SMSs, fotos e e-mails insuflam vida sobre os que nos rodeiam? Eu quero crescer nessa área.

Aqui vão algumas perguntas simples a fazer enquanto falamos, postamos ou enviamos:

o     Isso ajuda os outros a pensar de maneira piedosa sobre [insira uma pessoa como o/a Presidente, um pastor, um amigo, um blogueiro, uma igreja, etc.]?

   Isso promove fé em Deus ou inquietação?

o  Isso transmite vida a pessoas através de encorajamento, riso, fé ou mentalidade bíblica?

o      O que estou dizendo terá um efeito prejudicial sobre a reputação de alguém de uma maneira que seja injusta a ele e não lhe dará a chance de responder por si mesmo?

o      Isso promove gratidão a Deus e alegria nele?

o      Isso encoraja outros a confiar em Deus diante da adversidade?

 Nossas palavras têm o poder de dar vida ou morte, de incendiar para o bem ou para o mal. Peçamos a Deus que nos dê sabedoria em tudo que falarmos, postarmos e enviarmos.

Extraído de i.prodigo.com